Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Folheto - Póvoa de Varzim (POSTERIOR)

publicado por povoalternativa às 15:26
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Folheto - Póvoa de Varzim ( FRONTAL)

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PROJECTO

O Projecto

Finalmente, um projeto que pode ser realizado em 2 a 4 horas com um custo mínimo.

Ficou comprovado através de pesquisas feita em Seattle e Arizona, que um forno para cozinhar com a luz solar é mais simples de ser construído do que muitos métodos simples usados actualmente. Recentes descobertas proporcionam um método mais simples e eficiente para a construçao de um forno solar, em poucas horas e com pouco dinheiro ou recursos. Isto também será um bom projeto para ser utilizado em oficinas, além do que se despenderá menos tempo na construçao e mais na discussao da concepçao do forno solar, tais como: materiais alternativos, métodos de cozimento, ambientes culturais, etc. Siga as instruçoes abaixo, para desenvolver o seu projeto:

 

  • Isolar as paredes nao é o essencial — um espaço de ar é tudo o que será necessário.
  • O papel de alumínuo pode ser reduzido para somente uma camada (apesar de que uma camada de papel alumínio dentro de cada caixa tornará o forno mais quente).
  • O espaço de ar entre as paredes pode ser bem pequeno. O menor espaço de ar que foi testado é uma polegada, mas nós acreditamos que com muito menor espaço ele funcionará.
  • Qualquer tamanho de forno funcionará. Porém, em geral, os fornos mais largos serao mais quentes. O fator limite será a proporçao entre a quantidade de comida e o tamanho do forno (no final de setembro, em Seattle, foi cozinhado um litro de beterraba usando-se um forno com um orifício de 25cm x 35cm).
  • Nossa experiência mostra que uma camada dupla de membrana de plástico funciona no mínimo tao bem quanto um simples espelho.
  • Fornos baixos funcionam melhor porque possuem menor área para concentrar o calor. É melhor que o forno seja um pouco maior do que a panela que for usada.

Um Projeto Novo e Simples

Tendo estes fatos em conta, nós podemos assegurar que o forno solar pode ser construído por qualquer um que tenha acesso à caixa de papelao, alumínio, cola (a cola feita com trigo funciona muito bem) e plástico ou espelho.

Que Será Preciso:

 

  • Duas caixas de papelao, feitas em casa, achadas ou compradas. Qualquer tamanho funcionará. A proporçao entre as duas caixas nao é crítica. Sugerimos que a caixa de dentro tenha no mínimo 38cm x 38cm. A caixa de fora deve ser larga em toda a volta, tendo no mínimo 2.5cm de diferença entre as duas caixas para o espaço de ar. A distância entre as duas caixas nao precisa ser igual em toda a sua volta. Assim, com caixas retangulares, o comprimento deve ter um espaço de ar tao grande quanto os lados menores ou vive-versa.
  • Uma folha de papelao para fazer a tampa. Esta parte deve se estender no mínimo 7.5cm em toda a volta do forno quando terminado.
  • Um pequeno rolo de papel alumínio.
  • Um pequeno jarro de tinta preta "nao tóxica" ou "fuligem preta" de madeira limpa.
  • No mínimo 8 once de cola branca ou cola de trigo.

 

Construindo a Base

Dobre as abas fechando-as no topo da caixa de fora; coloque a caixa de dentro em cima e trace uma linha em volta da caixa por cima da caixa de fora. Remova a caixa de dentro e corte junto da linha para formar um orifício no topo da caixa de fora (figura 1).

Decida qual a profundidade que se deseja para o forno (sendo no mínimo 2,5cm maior que a maior panela e 2,5cm menor que a caixa de fora) e faça um corte no canto da caixa de dentro na altura própria. Dobre cada lado para baixo formando abas estendidas (figura 2). Torna-se mais fácil dobrar quando se faz primeiro uma linha firme a partir do fim de um corte para o outro onde as abas devem ficar.

Cole o papel alumínio dentro de ambas as caixas e também na parte que restou da aba da caixa de fora. Nao perca tempo tentando manter limpo o lado de fora da caixa, uma vez que ela nunca será vista, nem terá nenhum revestimento. O lado de dentro será visível mesmo depois da montagem, desse modo, deve-se dar maior importância a ela. Cole a aba de cima fechado-a na caixa de fora.

Coloque maços de jornal amassados dentro da caixa de fora de modo que quando você colocar a caixa de dentro na caixa de fora, as abas da caixa de dentro só tocarao o topo da caixa de fora (figura 3). Cole estas abas em cima da caixa de fora. Tire o excesso no comprimento para ter o mesmo perímetro da caixa de fora. A base está terminada.

 

Construindo a tampa

Pegue uma folha larga de papelao e coloque em cima da base. Trace um contorno e, em seguida, corte e dobre para baixo os cantos para formar a tampa com 7.5cm. Dobre e cole os cantos em volta (figura 4). Adapte o enrugamento da folha de modo que elas fiquem da esquerda para a direita assim, mais tarde, poderá ser inserido o suporte dentro da parte enrugada da caixa (figura 5).

Uma maneira de se fazer a tampa se encaixar bem é manter um lápis ou caneta contra o lado de fora da caixa quando se estiver preparando-a (figura 5). Para fazer a aba refletora, trace uma linha na tampa formando um retângulo no mesmo tamanho que o forno aberto. Corte em volta dos três lados e dobre a aba resultante para cima formando o refletor (figura 6). Coloque papel alumínio no lado de dentro da aba. Para fazer um suporte inclinado, use um arame grosso (tipo o usado para fazer cabide) com 30cm de comprimento, como o indicado na figura 6. Insira-o na parte enrugada da caixa, como exibido.

Próximo passo, vire a tampa de cabeça para baixo e cole o saco próprio para cozinhar (ou um material envidraçado) no lugar. Isto faz uma camada dupla de plástico. As duas camadas tendem a separar cada um para formar um espaço de ar como no forno. Quando se usa este método, é importante também colar o saco fechado com o fundo aberto. Isto impede que o vapor d'água entre no saco e se condense. Como alternativa, pode-se cortar qualquer tamanho do saco aberto para formar uma folha plana e largo o bastante para cobrir o forno aberto.

Finalmente, para fazer o tabuleiro, corte um pedaço de papelao, do mesmo tamanho do fundo do interior do forno e aplique papel alumínio em um lado. Pinte o lado em que está o papel alumínio de preto e deixa ele secar. Coloque-o no forno (o lado preto para cima) e coloque as panelas sobre isto quando estiver cozinhando.

Improvisando Eficiência

O forno construído, cozinhará muito bem durante a maior parte do verao. Caso se deseja melhorar a eficiência para ser capaz de cozinhar quando o tempo estiver nublado, pode-se modificar seu forno em qualquer ou de todas as maneiras a seguir:

 

  • Faça pedaços de papelao envoltos em papel alumínio do mesmo tamanho que os lados do forno e coloque-os nos espaços da parede.
  • Faça um novo refletor do tamanho da tampa.
  • Faça um tabuleiro usando alumínio reluzente e coloque-o na parte inferior do forno em pequenas tiras de papelao.
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Moda Solar

publicado por povoalternativa às 15:26
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

Energia Solar Fotovoltaica para uso residencial na zona urbana...

Aplicação: Os painéis fotovoltaicos podem ser usados nas cidades para gerar energia eléctrica de forma complementar àquela normalmente disponível através da rede eléctrica. Podem ser instalados de forma distribuída em telhados de residências e prédios, menos comuns em áreas urbanas devido ao elevado custo do terreno para montagem dos painéis. Nas residências o uso mais típico é gerar energia enquanto a luz do sol está brilhando e caso não haja demanda na própria residência neste instante, a sobra pode ser exportada para a rede eléctrica.

 

Como Funciona?

 

É bastante comum confundir-se os painéis fotovoltaicos com colectores solares térmicos. Estes últimos são utilizados para aquecimento de água enquanto os primeiros são utilizados para geração de energia eléctrica. Os painéis são constituídos de módulos fotovoltaicos conectados de forma a gerar a quantidade de energia necessária. A energia gerada pelos painéis fotovoltaicos é então, transformada para o padrão de energia utilizado nas residências, através de um equipamento electrónico chamado inversor. O inversor permite que qualquer electrodoméstico seja utilizado mas deve-se reduzir estes equipamentos ao mínimo essencial em função do custo do sistema. Condicionadores de ar, chuveiros eléctricos, ferros eléctricos, fornos micro-ondas e outros vilões do consumo de energia devem estar fora deste leque de equipamentos essenciais. Lâmpadas eficientes e aparelhos de rádio e televisão, entre outros equipamentos de baixo consumo, são os mais apropriados. Para garantir o suprimento em caso de racionamento é necessário o uso de um banco de baterias.

 

Quanto custa?

Os custos deste sistema exigem um estudo e o auxílio de um projecto.

 

Quais são as Vantagens?

· Redução da conta de energia.

· Suprimento independente para usos essenciais mesmo em períodos de corte ou falta de energia de longa duração (superiores a um dia).

 

Qual é a contribuição para redução da conta de energia eléctrica ?

O sistema fotovoltaico residencial urbano pode contribuir de duas formas para a redução da conta de energia eléctrica: gerando energia enquanto o sol brilha e exportando a energia excedente para a rede eléctrica - redução de consumo; ou armazenando a energia em baterias. Sistemas de não interrupção, também conhecidos como no-breaks, também poderiam atender estas situações, porém precisam estar constantemente em carga e, se por uma lado garantem a alimentação de sistemas essenciais, por outro podem aumentar o consumo de energia.

 

Quem já faz uso desta tecnologia?

Muitas pessoas não sabem mas, em países como Estados Unidos, Japão e Alemanha, muitas casas situadas em áreas urbanas de grandes cidades como Los Angeles e Berlim, por exemplo, já possuem, instalados em seus telhados, painéis fotovoltaicos que geram energia eléctrica. Esta energia pode contribuir para a redução da conta de energia e até mesmo ser vendida, quando a produção supera o consumo. Nestes países estes programas ainda contam com apoio governamental mas é crescente o número de pessoas que mesmo sem este apoio decidem implantar sistemas em seus telhados, quase sempre motivados pela escolha de um sistema de geração de energia menos agressivo ao meio ambiente

 

 

publicado por povoalternativa às 18:37
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Calendarização

A iniciativa “Cidades Criativas – reflexão sobre o futuro das cidades portuguesas” dirige-se aos alunos do 12º ano, devendo ser concretizada durante todo o ano lectivo, no âmbito da disciplina de Área de Projecto.

 

Para tal, é aconselhado a cada turma que se organize em grupos de trabalho, distribuindo tarefas pelos diferentes alunos e estabelecendo prazos a cumprir para a realização dessas tarefas.

 

Desta forma, o projecto deve ser desenvolvido em três fases:

 

- 1ª Fase Diagnóstico da cidade

Os alunos devem produzir uma reflexão sobre os recursos citadinos em estudo ( utilização de energias alternativas) até ao final do 1º período (Dezembro de 2007)

 

- 2º Fase Estratégia para a cidade

Os alunos têm como principal objectivo, durante esta fase, a identificação do potencial urbano e tecnológico da Póvoa de Varzim (cidade em estudo). Esta fase deve ser concluída até Março de 2008.

 

- 3º Fase Formulação/ apresentação de propostas

Durante esta fase, os alunos devem apresentar propostas inovadoras e criativas que possam enriquecer a cidade da Póvoa de Varzim. Esta fase será a conclusão de todo um ano de intensa investigação, devendo ser ultimada até ao final do 3º período (Junho de 2008).

 

 

publicado por povoalternativa às 18:15
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Apresentação do Projecto

“Cidades Criativas – reflexão sobre o futuro das cidades portuguesas”

 

O conceito “cidades criativas” foi criado, em 2003, por Richard Florida com o intuito de fomentar a inovação urbana, a diversidade sócio-cultural e a investigação científica e tecnológica.

 

Em Portugal, grande parte da população concentra-se na zona costeira e citadina, sendo, por isso, dirigida a máxima atenção para estes espaços urbanos. Como tal, de modo a promover uma “cidade ideal”, a Universidade de Aveiro criou um concurso escolar dirigido a alunos do 12º ano da disciplina de Área de Projecto, em que estes tivessem a oportunidade de elaborar um projecto em que definissem um “modelo ideal” para a sua cidade.

 

De forma a concretizar satisfatoriamente o seu projecto, os alunos devem criar uma “cidade ideal” onde dê gosto viver, focando, essencialmente, a qualidade dos espaços urbanos, dos recursos artísticos e culturais, bem como as potencialidades tecnológicas e cientificas disponíveis.

 

Para auxiliar a execução deste complexo projecto o “Professor António Câmara (Prémio Pessoa 2006) sugere três pistas: as cidades têm de explorar os factores que as diferenciam; estas devem transformar-se em laboratórios vivos, espaços de aventura e experimentação; e devem apostar no desenvolvimento de estratégias colaborativas (que mobilizem os cidadãos e que tirem partido das tecnologias disponíveis) ”.

 

 

Aliciadas pela dimensão e grandiosidade do projecto, as turmas A e B do 12º ano do Colégio de Amorim estabeleceram grupos de trabalho, para que pudessem, de forma mais organizada e criteriosa, reflectir, investigar e concluir sobre o tema geral e respectivos sub-temas envolvidos no projecto.

 

No âmbito deste projecto, o grupo constituído por Catarina Pedrosa, Cláudia Pedrosa, Eduarda Abreu, Eunice Costa, Nuno Martins e Wilson Coelho decidiu aprofundar a sua pesquisa no campo da utilização de energias alternativas na cidade da Póvoa de Varzim.

 

Esta pesquisa, designada “Póvoa Alternativa”, requererá um trabalho árduo, minucioso e detalhado acerca do sub-tema, que embora soe a algo trivial, deve ocupar uma posição destacada nas preocupações do quotidiano do ser humano.

publicado por povoalternativa às 18:12
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